Corea do Sul promete aumentar número de militares na Ilha
O presidente sul-coreano prometeu, nesta quinta-feira (25), aumentar o número de militares na ilha atingida por um ataque norte-coreano, e em mais quatro, enquanto o Norte alertou para mais bombardeios caso o Sul faça "qualquer provocação militar imprudente".
Seul e Washington aumentaram a pressão sobre a China para que ela use sua influência sobre a aliada Coréia do Norte para aliviar as tensões crescentes, após uma troca de tiros terça-feira que deixou quatro mortos sul-coreanos - incluindo dois civis. A China pediu que ambos os lados mostrassem moderação.
O bombardeio da Coréia do Norte na pequena ilha do Sul ao longo de uma fronteira marítima disputada - o primeiro ataque do tipo em uma área civil - alarmou os líderes mundiais, incluindo o presidente americano, Barack Obama, que reafirmou os planos para manobras conjuntas com Seul envolvendo um porta-aviões movido a energia nuclear no Mar Amarelo a partir deste domingo.
A Coreia do Norte não fez nenhuma menção específica dos exercícios militares conjuntos com os EUA em sua mais recente declaração, mas advertiu que seus militares iriam "lançar uma segunda e terceira fortes retaliações físicas, sem hesitação, se belicistas sul-coreano realizarem imprudentes provocações militares."